A polícia civil deflagou na manhã desta segunda-feira (19), a segunda fase da operação Dead Hand, em Salvador. A ação coordenada pelo Departamento de Investigações Criminais (DEIC) ocorreu em diversos bairros, com foco em uma facção envolvida em crimes patrimoniais e bens públicos.
As investigações apontam para a retirada recorrente de veículos apreendidos e mantidos sob custódia em um prédio público. Segundo o diretor do Deic, delegado Thomas Galdino, servidores públicos teriam participação direta no esquema, repassando informações internas, chaves dos automóveis e facilitando a saída irregular dos bens para posterior revenda.
Um dos acusados de participação no crime, Tássio Diorgens dos Santos morreu após resistir a prisão. De acordo com a polícia, ele chegou a efetuar disparos contra equipe, que respondeu à agressão.
Mais de 150 policiais civis participaram da operação, com apoio do Departamento de Polícia Técnica (DPT). Também atuaram nas diligências equipes do DHPP, Denarc e DPMCV. As apurações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar a responsabilidade dos suspeitos.
Servidores do DPT são presos em operação policial