O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu não avançar com a aquisição de uma nova aeronave presidencial, cujo custo poderia variar entre R$ 1,4 bilhão e R$ 2 bilhões, segundo estimativas de mercado. A proposta vinha sendo discutida nos últimos meses no governo federal.
De acordo com informações divulgadas pelo jornal O Globo, a decisão está relacionada ao cenário político e à proximidade das eleições de 2026. A avaliação interna é de que a compra poderia gerar desgaste para o presidente, especialmente em um momento considerado sensível do mandato.
O estudo para a aquisição foi elaborado pelo Ministério da Defesa em conjunto com a Aeronáutica, após registros de problemas em voos oficiais entre 2024 e 2025. Além do fator político, a limitação de oferta de aeronaves adaptadas para chefes de Estado no mercado internacional também contribuiu para a decisão de não prosseguir com a compra.