A atriz Meryl Streep revelou que o filme O Diabo Veste Prada enfrentou dificuldades por conta de preconceito na indústria cinematográfica. Segundo ela, a produção foi rotulada de forma pejorativa como ”filme de mulherzinha”, o que impactou diretamente no orçamento e o apoio de estúdios na época.
Durante participação no programa The Late Show with Stephen Colbert, a atriz afirmou que a equipe precisou ”se virar” para viabilizar o projeto. A classificação associada a histórias protagonizadas por mulheres, segundo Streep, fazia com que produções desse tipo fossem subestimadas, mesmo com potencial de sucesso.
Apesar das dificuldades iniciais, o longa se tornou um fenômeno de bilheteria e crítica, consolidando-se como um dos maiores sucessos da carreira da atriz. Atualmente, a história ganha novo fôlego com a continuação ” O Diabo Veste Prada 2”, com estreia prevista para chegar aos cinemas no dia 30 de Abril. A produção já conta com maior apoio da indústria, evidenciando mudanças no cenário do entretenimento.
“Então, tivemos que nos virar com o orçamento, e isso foi real. Conversei com Greta Gerwig sobre isso, e também aconteceu, de certa forma, com ‘Barbie’, em comparação ao que os estúdios investem em outros filmes. Desta vez, eles realmente colocaram o dinheiro”, afirmou Meryl Streep em entrevista ao The Late Show with Stephen Colbert.