O novo julgamento sobre a morte de Diego Maradona começou nesta terça-feira (14), em San Isidro, na Argentina. Sete profissionais de saúde, incluindo médicos e enfermeiros, enfrentam acusações de homicídio com dolo eventual. O processo, que ocorre quase um ano após a anulação da primeira tentativa, busca apurar se houve imprudência no tratamento pós-operatório da lenda do futebol. Se condenados, os réus podem receber penas de 8 a 25 anos de prisão.
Durante a audiência inicial, a acusação classificou a internação domiciliar de Maradona como “cruel e desprovida de recursos”. O advogado da família enfatizou a falta de cuidados básicos, afirmando que os sinais vitais do craque sequer eram monitorados. Cerca de 100 testemunhas serão ouvidas no tribunal. Entre elas, os filhos e a ex esposa de Maradona já depuseram.
O novo julgamento exigirá que tanto os promotores quanto os advogados de defesa reavaliem suas estratégias depois que o primeiro julgamento exibiu fotografias, vídeos, gravações de áudio e provas forenses.