O corpo do cronista esportivo Manuel Messias foi velado e sepultado nesta segunda-feira (14), no Cemitério do Campo Santo, em Salvador. Familiares, amigos, colegas de profissão e admiradores compareceram para prestar as últimas homenagens ao radialista, que morreu aos 69 anos após lutar contra o câncer.
Referência da crônica esportiva baiana, Messias construiu uma trajetória marcada pelo profissionalismo, dedicação e paixão pelo rádio. Durante mais de três décadas na Rádio Sociedade da Bahia, acompanhou de perto o futebol local e grandes eventos esportivos, como Copas do Mundo e Olimpíadas.
Em meio à emoção, colegas destacaram não apenas o talento profissional, mas também o lado humano do comunicador. A radialista Isaura Maria relembrou a convivência e a importância de Messias em sua vida pessoal e carreira, destacando o respeito e a ética que ele levava para o jornalismo esportivo.
A viúva, dona Mara, falou sobre a parceria e o amor vividos ao longo dos anos, descrevendo o radialista como um homem alegre, companheiro e dedicado à família. Já o diretor-geral da emissora, Francisco Costa, ressaltou o legado deixado por Messias, classificando-o como exemplo de profissional comprometido e zeloso com a informação.
Reconhecido pela responsabilidade na apuração das notícias e pelo respeito às fontes, Manuel Messias também ficou marcado pelo carisma no ar e pelo bordão “bonitão, bonitão”, que se tornou uma de suas marcas registradas.
Ele deixa esposa, quatro filhos, netos e bisnetos. Para colegas e ouvintes, fica a lembrança de um dos grandes nomes do rádio esportivo da Bahia, cuja história segue como inspiração para novas gerações da comunicação.